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Quando as entidades governamentais precisam
interagir com o setor privado, adquirindo produtos ou serviços,
logo surge a pergunta: quem serão os contratados? Tal
questão, de resposta nebulosa em tempos menos democráticos,
foi solucionada pelo princípio da isonomia, que inspirou
o instituto da licitação.
Hoje, o empresário que comercia ou
presta serviços em áreas em que poderia negociar
com o Estado tem ao seu alcance boas oportunidades de negócios,
como as concessões de transporte público, limpeza
urbana e saneamento, empreitada de obras, terceirização
de mão-de-obra em geral e comércio de máquinas
e equipamentos, alimentos, medicamentos e suprimentos operacionais
dos mais variados tipos.
O processo, na empresa, deve iniciar com
a avaliação da credibilidade da organização
promotora da licitação, considerando-se sua
liquidez e solvabilidade e o histórico de inadimplência
junto a fornecedores e prestadores de serviços.
Ultrapassado esse ponto, se o empresário
decidir participar da licitação, torna-se necessária
a assessoria técnica para garantir um planejamento
atento aos menores detalhes burocráticos e, sobremaneira,
ao controle total dos custos da operação, com
vistas a atingir um preço competitivo.
Ao contrário de um senso infelizmente
comum, a licitação NÃO é uma loteria.
A vitória cabe a quem estiver tecnicamente mais bem
preparado, for cuidadoso com todos os detalhes, tiver o melhor
domínio dos trâmites ordinários do processo
e, sobretudo, a quem souber utilizar todos os recursos legais.
Assim, o empresário não deve
buscar a assessoria apenas quando precisa de um recurso, mas
desde o instante que decide preparar uma proposta.
A Kümmel &
Kümmel Advogados Associados dispõe de toda a estrutura
técnica necessária para assessorar a sua empresa
e torná-la absolutamente capacitada para vencer um
processo licitatório.
Autor:
Antonio Maioli - Advogado
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