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Os provérbios já dizem que
o tudo que é feito com amor gera frutos. De um relacionamento
amoroso, onde o amor sobressai, nasce o futuro do casal e
até mesmo seus descendentes. É essa idéia
que temos de todos os funcionários e colaboradores
que trabalham numa empresa, que agora chamamos de "empresários
internos".
Precisamos ver nossa empresa, na qual trabalhamos,
como se fosse legalmente nossa, pois como diz o ditado "o
futuro a Deus pertence". Tanto podemos nos tornar sócios,
ganharmos melhor com o crescimento dela, como podemos enfrentar
o fantasma do desemprego, da tristeza e da frustração
empresarial, pois somos parte deste contexto.
Não se quer aventar que o proprietário,
o gestor ou quem estiver acima de nós na cadeia gerencial
seja o que vai lucrar sozinho, mas também não
precisa sofrer todos os riscos e coordenar o que também
é de nossa parte e de nossa responsabilidade.
Perceber a empresa em que trabalha como sua é uma forma
de valorizar seu emprego, de se sentir importante no ambiente
de negócios, de possibilitar avanços rumo ao
sucesso, de mostrar a todos, subordinados ou não, que
você tem interesse e quer crescer dentro dela e, por
que não, mostrar que é parte totalmente integrante
dela também.
Qual seu prejuízo? O que lhe mudará no atual
emprego? Como você a verá? É fácil,
pois nada como trabalhar naquilo que amamos e faz parte de
nosso cotidiano.
O sentimento de ser uma empresária começa pela
servente, que será a empresária da limpeza interna;
o mecânico, um empresário da oficina, até
que a empresa se considere por demais capacitada, pois todos
somos empresários.
Pense nisso, você terá vantagens e verá
que também é um empresário, se não
para sua empresa, certamente para o seu futuro.
Autor:
Eduardo Kümmel - Advogado
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